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Opiniões e críticas

TODAS as crítcas e opiniões que me chegam passam para o blog do site. Se você enviou sua opinião e ela ainda não apareceu por aqui, avise-me: james@mcsill.com  

 Eliana Barbosa

Parabéns, amigo querido! Este livro é de uma intensidade que não nos deixa fazer mais nada a não ser ficar lendo, lendo até chegar ao final... que é uma surpresa!!! Só falta ler o final... que você, "espertamente", escondeu de todo mundo! Estou curiosa...
Sucesso sempre mais!

Carlos Vanilla
Date 24 June 2010 07:10
“Um dos textos mais contundentes que lemos em Português no Século 21.”
"NÃO ACHO TÃO CONTUNDENTE SE NÃO MOSTRA NENHUMA VERDADE" APENAS SE ESCONDE DE UMA REALIDADE QUE PARA MUITOS NÃO EXISTE.

Betty Silbestein

Jamie querido,
Ter revisado seu livro já foi algo fantástico:  ver como você escreve,
como desenvolve as ideias, os fatos, a trama, enfim, uma delícia. Impossível fechar o livro e esperar o dia de amanhã para ver o que aconteceria na história que embora fictícia é tremendamente verdadeira, do começo ao fim.

Agora, VER o site sobre ele... MAIS fantástico ainda!!!
Jamais pensei que um site de livro pudesse ser tão vibrante, que fale por si só.
Mas você conseguiu!
As fotos MUITO INESPERADAS dão um toque e tanto no site.
Que coisa bem bolada, amigo.

Você é realmente 10 em tudo o que faz.
O melhor de tudo???
É que é MEU amigo!!!
Parabéns.
Esse livro vai ser um sucesso e tanto.
Baita beijo
Betty 

Danilo Adriano Nunes Barbosa, Literatura de Cabeça em 9/02/2010

Este livro da Editora Parêntese promete!

Opinião de Marcia Luz

Acabei de ler há poucas horas... e o livro continua pulsando em mim!

Acho que esta é a melhor maneira de descrever tudo o que senti, vivi, com a leitura do livro. Quando terminei a última página, percebi que meu coração estava acelerado, faltava-me ar, fui lançada para dentro da trama, feita refém, até recobrar a lucidez... Que loucura! Que impressionante! Quanta técnica!
James, sinto-me honrada em tê-lo como professor! Sei que meus livros, de hoje em diante, não serão mais os mesmos!
(Realizado em 31/07/10)

Opinião de Adão Mayor

Pensem nisto

Sem dúvidas, quem lê não fica indiferente.
Tenho, se me permitem, duas críticas: li o livro emprestado a mim por uma amiga, na Cultura de Porto Alegre não estava disponível; a revisão gráfica, muito embora seja uma editora pequena, poderia ter sido melhor. Nada que tenha atrapalhado um texto impressionante, mas pensem nisto.

(Realizado em 01/08/10)

Opinião de Scoober

Fiquei curioso.

Apesar da capa, que parece ser de um livro infantil, fiquei curioso com a estória, e pretendo ler. (Realizado em 31/07/10)

Opinião de Anônimo

Sou pai, sou mórmon, tenho um filho gay Opinião de Um pai
Este livro foi indicado para mim ler por um amigo evangélico, ele me disse que era uma afronta ao cristianismo e à Palavra de Deus. Eu sou pai, sou mórmon, tenho um filho de quase quinze anos e ninguém precisa me dizer, o meu filho é gay. Lá pelo meio do livro eu entendi a pergunta que o autor fez no anúncio: até onde deve ir um pai para salvar a alma do filho? O que comecei lendo achando que era uma afronta não foi bem assim. As doutrinas expostas são verdadeiras, não conheço o autor, mas deve ter pesquisado cada detalhes. Mas foi a pergunta que me pegou. Era uma pergunta que eu fazia para mim mesmo todos os dias, quando terminei este livro soube a resposta. A resposta é que o MEU filho vai ser feliz. Se a igreja não ficar do meu lado eu abandono a igreja. Deus que me perdoe, mas não vou sacrificar o meu filho a Ele, às Palvras, a nada nem a niguém. O livro foi uma verdadeira viagem ao mundo da fantasia a que uma religião pode nos levar sem precisar tirar os pés do chão. O autor mostrou histórias aterradoras de uma maneira tão natural que as deixa mais reais ainda. Sobretudo, este livro é forte como um soco na boca do estômago. (Realizado em 30/07/10)

Opinião de Magda Matias Aguiar

A primeira vez

Não conhecia o autor, nem a editora. Comprei o livro por indicação de uma amiga que fez o seminário do autor. Já li pouco mais de 150 pgs e não tenho do que reclamar. Uma leitura agradável para quem é apreciador de obras literárias nacionais ou não. (Realizado em 27/07/10)

Interlúdio envolve o leitor e não o deixa parar de ler... Opinião de Marcia Shizue S.
Uma obra prima do James. Que nasceu do talento e sensibilidade e do domínio de uma técnica que também é uma arte...
Parabéns James!! (Realizado em 07/07/10)

Opinião de Vera

Querido James,Você é cruel!

Você é cruel! Cruel com os personagens e cruel com os leitores!
Sua história é realmente única e os personagens também! O ponto principal é o relacionamento do Dennis e do Lázaro. Que leva uma vida para se recompor! Dá uma tremenda aflição ver como os pais de Dennis são cruéis! A mãe, médica, operando o cérebro do filho! Meu Deus!!!! O pai agente da Cia, assassino! Estuprou o filho quando bem jovem. Tudo isso revestido de Mórmons! E tudo feito em nome da fé! O pior é que faz a gente se envolver “de verdade” não só como leitor e personagens! A história é de tirar o fôlego!
O leitor fica numa aflição única para ver as coisas se resolverem de uma forma mais ligth. O que acaba acontecendo, mas...... antes disso, você é cruel com os personagens! E consequentemente com os leitores também!
Parabéns! É um drama único. Com personagens marcantes e técnicas fabulosas. E uma capacidade incrível de nos fazer mergulhar na história de corpo e alma!!!!!
Beijo grande

Vera (Realizado em 04/07/10)

Opinião de Carlos H.

Agonia instaurada

É um livro para ser lido duas vezes. Ou, como descobri para ser lido em voz alta. O autor repete as palavras, me deparei com <rosto> aparecendo duas meses na mesma linha, por exemplo. Por que não subistituiu por um pronome? Quando li em voz alta, literalmente escutei o personagem contando a história, como um amigo conta para o outro, ou uma mãe conta para um filho. Mas a surpresa foi realmente o final. Quando olhei para trás entendi centenas de pequenos detalhas que James foi acrescentando no texto. Daí decidi ler outra vez. James consegue imergir o leitor ao mundo particular de seus protagonistas, aparentemente é uma história de gays e prostitutas e Mórmons e religião, que os excluem da convivência em sociedade. No entanto, o autor nos conduz à participação da agonia instaurada, da luta que não é facilmente evidenciada no corpo, a não ser por alguns poucos estímulos ou confusas reações. Intrigante é o fato de todas as personagens serem proscritos, como diz no site. Cada qual com suas histórias, porém com sintomas similares, como se aquele ponto vital comum a todo e qualquer ser humano, ao ser tocado, reagisse da mesma maneira, de forma instintiva. O que tanto incomoda o autor a ponto de ele insistir tanto nisso? Também seria precipitado afirmar que o que está escrito condiz, de certa forma, com a vida dele, pois sempre é perigoso relacionar diretamente criador e ficção. Mas como escrever com propriedade sobre aquilo que não se conhece?
Quem ler não se arrependará. E vale a pena ver o site com a documentação.
www.interludio.org
Por que?
(Realizado em 04/07/10)

Opinião de Marcelo Aldrighi

Surpreendente!

O estilo direto, calculado, às vezes quase frio se contrapõe às fortes emoções e carisma das personagens.
Uma trama escrita nos detalhes, envolvente já do princípio, levando o leitor a sentir emoções muito diferentes, do riso ao horror, da ternura à surpresa, da intriga à alienação, da loucura à superação.
Um livro pra não largar antes de terminar, e sem arrependimentos!
Parabéns ao autor e boa leitura a todos! (Realizado em 03/07/10)

Parabéns

Opinião de Marisa Teixeira

Parabéns ao autor. Mas quero parabenizar a editora pela qualidade do produto.
Achei o acabamento impecável. Foi um prazer ler um livro bem feito. Os cortes de cena, quando o tempo passa, dexados como páginas em branco achei genial.
A capa, na foto, não havia gostado, quando o livro chegou, adorei.
Beijo das meninas do Bonfim, James. Vamos todas ler duas vezes.
Sucesso.
MT (Realizado em 28/06/10)

Opinião de Cristiano Silva

Nunca havia lido nada assim, parece tradução, mas não é!

O que tem de ser dito é que James soube mexer com as emoções do leitor. Primeiro, ele cria personagens totalmente proscritos, os heróis são prostitutas, gays, mórmons, fanáticos, loucos, apaixonados. Quando comecei a ler achei que ele havia criado personagens gays para heterossexual ler, mas não foi nada disto. A linguagem tem um quê de traduzida, mas ele avisa que a linguagem é simples. Digo que a simplicidade teve um propósito, o de mostrar a história como se fosse um filme. A linguagem não atrapalha as imagens. Eu nunca havia lido nada parecido. O amigo Santi aí acima já disse tudo, é estarrecedor, verdadeiro, me comoveu até o fundo da minha alma. O que posso dizer é que, se um parzinho de mórmons se cruzar comigo na rua ou começo a chorar, ou corro ou os xingo. James, este livro é relevante, contemporâneo, fala para o leitor de hoje. Esta história vai dar o que falar. (Realizado em 22/06/10)

Opinião de Fernando Santi

Cativante, supreendente e estarrecedor!

Todo o livro é escrito e pensado de maneira brilhante, e não se poderia esperar menos do gênio das tramas James McSill. Vejo que colocou toda a sua criatividade e imaginação em uma jornada incrível e real com um desenrolar surpreendente que se desenvolve além do que esperamos. Recomendo a todos que gostam de uma leitura inteligente e instigante. (Realizado em 19/06/10)

Opinião de Kyanja Lee

Uma trama super bem amarrada, de um mestre que entende do riscado!

Eu já li este livro umas três vezes, conheço bem os personagens (apaixonantes) e considero-o uma verdadeira aula de estruturação de um romance de sucesso!

Merece ser lido como um "thriller" que se assiste sentado confortavelmente (às vezes, nem tanto... risos) no sofá, como se captássemos a história pelas lentes de uma câmera. Depois, numa segunda etapa, pode ser relido, analisado e dissecado em todas suas inúmeras técnicas narrativas. Nota 1000!! Você não vai se arrepender! (Realizado em 15/06/10)

 

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