O livro ¦ A história ¦ O autor ¦ A pesquisa ¦ O Blog ¦ A mídia
Opiniões e críticas TODAS as crítcas e opiniões que me chegam passam para o blog do site. Se você enviou sua opinião e ela ainda não apareceu por aqui, avise-me: james@mcsill.com Carlos Vanilla Betty Silbestein Jamie querido, Agora, VER o site sobre ele... MAIS fantástico ainda!!! Você é realmente 10 em tudo o que faz. | Danilo Adriano Nunes Barbosa, Literatura de Cabeça em 9/02/2010 Este livro da Editora Parêntese promete! Opinião de Marcia Luz Acabei de ler há poucas horas... e o livro continua pulsando em mim! Acho que esta é a melhor maneira de descrever tudo o que senti, vivi, com a leitura do livro. Quando terminei a última página, percebi que meu coração estava acelerado, faltava-me ar, fui lançada para dentro da trama, feita refém, até recobrar a lucidez... Que loucura! Que impressionante! Quanta técnica! Opinião de Adão Mayor Pensem nisto Sem dúvidas, quem lê não fica indiferente. (Realizado em 01/08/10) Opinião de Scoober Fiquei curioso. Apesar da capa, que parece ser de um livro infantil, fiquei curioso com a estória, e pretendo ler. (Realizado em 31/07/10) Opinião de Anônimo Sou pai, sou mórmon, tenho um filho gay Opinião de Um pai Opinião de Magda Matias Aguiar A primeira vez Não conhecia o autor, nem a editora. Comprei o livro por indicação de uma amiga que fez o seminário do autor. Já li pouco mais de 150 pgs e não tenho do que reclamar. Uma leitura agradável para quem é apreciador de obras literárias nacionais ou não. (Realizado em 27/07/10) Interlúdio envolve o leitor e não o deixa parar de ler... Opinião de Marcia Shizue S. Opinião de Vera Querido James,Você é cruel! Você é cruel! Cruel com os personagens e cruel com os leitores! Vera (Realizado em 04/07/10) Opinião de Carlos H. Agonia instaurada É um livro para ser lido duas vezes. Ou, como descobri para ser lido em voz alta. O autor repete as palavras, me deparei com <rosto> aparecendo duas meses na mesma linha, por exemplo. Por que não subistituiu por um pronome? Quando li em voz alta, literalmente escutei o personagem contando a história, como um amigo conta para o outro, ou uma mãe conta para um filho. Mas a surpresa foi realmente o final. Quando olhei para trás entendi centenas de pequenos detalhas que James foi acrescentando no texto. Daí decidi ler outra vez. James consegue imergir o leitor ao mundo particular de seus protagonistas, aparentemente é uma história de gays e prostitutas e Mórmons e religião, que os excluem da convivência em sociedade. No entanto, o autor nos conduz à participação da agonia instaurada, da luta que não é facilmente evidenciada no corpo, a não ser por alguns poucos estímulos ou confusas reações. Intrigante é o fato de todas as personagens serem proscritos, como diz no site. Cada qual com suas histórias, porém com sintomas similares, como se aquele ponto vital comum a todo e qualquer ser humano, ao ser tocado, reagisse da mesma maneira, de forma instintiva. O que tanto incomoda o autor a ponto de ele insistir tanto nisso? Também seria precipitado afirmar que o que está escrito condiz, de certa forma, com a vida dele, pois sempre é perigoso relacionar diretamente criador e ficção. Mas como escrever com propriedade sobre aquilo que não se conhece? Opinião de Marcelo Aldrighi Surpreendente! O estilo direto, calculado, às vezes quase frio se contrapõe às fortes emoções e carisma das personagens. Parabéns Opinião de Marisa Teixeira Parabéns ao autor. Mas quero parabenizar a editora pela qualidade do produto. Opinião de Cristiano Silva Nunca havia lido nada assim, parece tradução, mas não é! O que tem de ser dito é que James soube mexer com as emoções do leitor. Primeiro, ele cria personagens totalmente proscritos, os heróis são prostitutas, gays, mórmons, fanáticos, loucos, apaixonados. Quando comecei a ler achei que ele havia criado personagens gays para heterossexual ler, mas não foi nada disto. A linguagem tem um quê de traduzida, mas ele avisa que a linguagem é simples. Digo que a simplicidade teve um propósito, o de mostrar a história como se fosse um filme. A linguagem não atrapalha as imagens. Eu nunca havia lido nada parecido. O amigo Santi aí acima já disse tudo, é estarrecedor, verdadeiro, me comoveu até o fundo da minha alma. O que posso dizer é que, se um parzinho de mórmons se cruzar comigo na rua ou começo a chorar, ou corro ou os xingo. James, este livro é relevante, contemporâneo, fala para o leitor de hoje. Esta história vai dar o que falar. (Realizado em 22/06/10) Opinião de Fernando Santi Cativante, supreendente e estarrecedor! Todo o livro é escrito e pensado de maneira brilhante, e não se poderia esperar menos do gênio das tramas James McSill. Vejo que colocou toda a sua criatividade e imaginação em uma jornada incrível e real com um desenrolar surpreendente que se desenvolve além do que esperamos. Recomendo a todos que gostam de uma leitura inteligente e instigante. (Realizado em 19/06/10) Opinião de Kyanja Lee Uma trama super bem amarrada, de um mestre que entende do riscado! Eu já li este livro umas três vezes, conheço bem os personagens (apaixonantes) e considero-o uma verdadeira aula de estruturação de um romance de sucesso! Merece ser lido como um "thriller" que se assiste sentado confortavelmente (às vezes, nem tanto... risos) no sofá, como se captássemos a história pelas lentes de uma câmera. Depois, numa segunda etapa, pode ser relido, analisado e dissecado em todas suas inúmeras técnicas narrativas. Nota 1000!! Você não vai se arrepender! (Realizado em 15/06/10)
|
Sucesso sempre mais!